terça-feira, 19 de maio de 2015

O que significa lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás?


Observe o texto:
"Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás." Ec 11.1

Esse texto que tem lançado muita dúvida sobre sua interpretação, com certeza nos tem algo a passar da parte de Deus. A chave para o entendimento dessa passagem está na palavra "pão". A palavra hebraica traduzida aqui por pão, tem também outros sentidos, um deles é "grão", usado em panificação, dessa forma otexto parece se referir a um antigo costume egípcio que os judeus conheciam bem, que era lançar a semente (grão) sobre as águas do rio Nilo, quando ele transbordava anualmente, dessa forma a semente ficava soterrada no local da cheia, quando as águas do Nilo recuavam àquelas sementes brotavam e davam a colheita devida.

Esse texto parece estar sem contexto, mas não está, só esse versículo já dá a ideia de tomar uma atitude para o futuro ou seja, se preparar com pequenas atitudes hoje para colher depois. Dentro do contexto o versículo 2 nos diz quenão sabemos o que vai acontecer amanhã, e veja o que diz o versículo 4: 

"Quem observa o vento, nunca semeará, e o que olha para as nuvens nunca segará." 

Isso nos diz que quem não se prepara, não se move, só fica olhando e não toma nenhuma atitude, nunca realizará nada em sua vida.

Perfume Cristão.

Tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, há delícias perpetuamente. Salmo 16:11.

Antes mesmo da fundação do mundo, Deus decidiu criar o homem para a sua própria glória e louvor. No entanto, o primeiro homem rebelou-se contra o seu criador e caiu. Sendo ele o cabeça federal da raça humana, toda a humanidade herdou a terrível marca da rebelião. Apesar desta tragédia, o plano maior deDeus não caiu por terra. O objetivo do Altíssimo visa formar um povo para a sua própria glória. Para tanto, foi necessário que o seu Filho bendito deixasse o trono de glória, assumisse a forma de homem, e se identificasse plenamente com o ser humano.

Isto foi preciso porque toda a humanidade encontrava-se debaixo da condenação por causa do pecado de rebelião. Todo homem precisa da salvação. A regeneração em Cristo Jesus tem como objetivo formar uma nova raça. Por intermédio da morte e ressurreição de Cristo somos plenamente justificados. Naquela sangrenta cruz Cristo pagou o preço do nosso resgate.

Unidos no Senhor, ganhamos o status de novas criaturas. Através do novo nascimento, recebemos a filiação divina. É precioso saber que todos os nossos pecados foram perdoados. Mais do que isto, Deus não somente perdoa os nossos pecados, Ele também se esquece de todos eles. No livro de Miquéias 7:18-19 está escrito: Quem, ó Deus, é semelhante a Ti, que perdoas a iniqüidade e te esqueces da transgressão do restante da tua herança?

O Senhor não retém a sua ira para sempre, porque tem prazer na misericórdia. Tornará a ter compaixão de nós; pisará aos pés as nossas iniqüidades e lançará todos os nossos pecados nas profundezas do mar.

Fomos gerados de novo para a glória de Deus. O maior privilégio de um salvo é andar com o Senhor. Aquele que desfruta da presença de Cristo é uma pessoa alegre. O novo nascido exala um perfume especial. A fragrância deste perfume é nobre, inconfundível e rara. É inadmissível admitirmos uma vida de peso e de tristeza, para alguém que foi agraciado com o pleno perdão de todos os seus pecados. Nascemos de novo para expressarmos a alegria da nova vida que recebemos em Cristo. É contradição dizer que uma pessoa é salva, se ela continua a viver aprisionada na masmorra das lamúrias. A Bíblia declara que o Reino deDeus é composto de três dádivas: Porque o Reino de Deus ... é justiça, paz, e alegria no Espírito Santo. Romanos 14:17b. A alegria é um Dom divino, portanto é algo espiritual.

A nova criatura não vive com os olhos no retrovisor da vida. Não está mais acorrentada aos pecados do passado. Por mais dolorida que possa ter sido a sua história de infância, aquele que tem a Cristo vivendo no seu íntimo é um liberto. A alegria da salvação é superior a qualquer trauma adquirido. DeVern F. Fromke, em seu livro O Supremo Propósito escreve: O crente em Cristo tem um passado, mas ele é alegre porque o seu passado é algo que realmente passou. Uma característica daqueles que foram libertados de sua consciência dolorida e da escravidão do pecado é que eles não têm barreiras para falar a respeito de seu passado. Ninguém tem alegria em falar da escravidão se ainda estiver no cativeiro. Uma vez que conhecemos a graça de Deus, conhecemos também a alegria de ter nossos pecados perdoados. 

Cristo é suficiente para gerar em nossos corações a alegria de viver. Nele nós temos tudo o que a nossa alma almeja: perdão, purificação de pecados, salvação, paz, santificação, esperança, contentamento... alegria. Ele é a real causa de nossa satisfação. A nova criatura é alegre porque Cristo Jesus é alegre. Conhecê-lo é o nosso maior privilégio. Não há como andarmos com Ele e não exalarmos o seu bom perfume: Graças, porém, a Deus, que, em Cristo, sempre nos conduz em triunfo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar a fragrância do seu conhecimento. II Coríntios 2:14. O apóstolo Paulo também nos exorta: Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos. Filipenses 4:4. A alegria na vida do cristão é algo imperativo.

O novo nascido é alegre porque o seu alvo é estar conformado com o propósito deDeus. O caminho da cruz, longe de fazer-nos pessoas amargas e azedas, é o meio pelo qual uma nova criatura pode realmente expressar a sua alegria e contentamento. De que modo o mundo irá saber que Cristo habita em nós? Com certeza, as pessoas querem enxergar muito mais do que um discurso correto em nossos lábios, elas almejam ver o caráter de Cristo através de nosso testemunho de vida. O autor, acima citado, fala-nos de sua interessante experiência: Nunca esquecerei dos dias em minha vida quando, com todo o meu coração, eu procurei viver o caminho da cruz. Minha morte com Cristo havia se tornado tão real para mim. Eu desejava abraçar a operação da morte a fim de que a vida pudesse fluir para outros. Contudo o meu zelo sem entendimento adequado afastava as pessoas ao invés de aproxima-las. Uma noite, após um culto, eu escutei por acaso alguns de meus amigos jovens os quais eu muito desejava ajudar. Eles estavam falando a meu respeito. O que aconteceu com ele? Antes ele era cheio de alegria. Agora ele não para mais de falar da cruz e da morte. Ele se tornou um insensível sem personalidade.

Conta-nos o autor que depois de vários meses o Espírito Santo trouxe-lhe uma revelação sobre o assunto. Eu compreendi que uma vez que fomos ressuscitados com Cristo, a sentença de morte permanece sobre o velho, mas não deve tocar a nova vida e o espírito. Nós devemos estar sob o controle do Espírito de vida e de alegria. Isto mudou completamente a direção do ministério deste homem deDeus.Ele continuou sendo um pregador incansável da mensagem da nossa suficiência em Cristo, no entanto, a sua vida teve uma mudança radical. Ele tornou-se um homem que, ainda hoje, exala o amor, a paz e a alegria que há neste Senhor maravilhoso. 

A verdadeira fonte da alegria é o próprio Senhor Jesus. Andrew Guay disse: A alegria é o reflexo de Deus em nossa vida. Cristão alegre é redundância, mas cristão murmurante é contradição. Muitos vivem suspirando e lamentando pelos cantos, pois foram derrotados pelos seus próprios pensamentos de autocomiseração. Estão assim porque a prioridade de suas vidas não visa o plano de Deus, mas sim, as suas necessidades terreais. Não estão nem um pouco interessados na glória de Deus. O caminhar da cruz, para estes é um verdadeiro suplício. Suas vidas são dirigidas exclusivamente pelas circunstâncias. Se forem boas, esnobam um tipo de contentamento, no entanto, se forem más, os profundos suspiros de suas almas amargas são percebidos de longe. Os gemidos do reclamador são inconfundíveis.

O apóstolo da graça testemunha a respeito do poder da cruz agindo em sua vida: Eu tenho aprendido a não depender das circunstâncias, pois depender delas poderia fazer com que aquilo que tenho aprendido se torne sem valor algum; tenho aprendido que as minhas fontes (nele) são suficientes e que a minha porção é indestrutível. Filipenses 4:11-12 (tradução Moffat). Diante desta declaração, não ficamos surpresos pelo fato de Paulo ter feito da alegria o tema central de sua carta aos filipenses. A alegria no coração de Paulo era o resultado direto de sua intimidade com o Senhor.

A pessoa que vive triste e mal humorada, que reclama de tudo e sempre busca um culpado para a sua crise, revela que algo está errado em seu interior. Suas atitudes em relação à vida estão equivocadas. Entretanto, a alegria é o resultado de uma harmonia interior. Quando Cristo for, de fato, o centro da vida de uma pessoa, apesar das circunstâncias, cessam-se as ladainhas. É perfeitamente notório que aqueles que têm bom humor lidam melhor com as intempéries da vida. Todo cristão tem o dever e o privilégio de ser alegre. O escritor Issac Abbott afirma: A alegria é o resultado da presença direta de Cristo, de um sentimento de bem-estar nele e um sentimento de conformidade para tudo que vier. A murmuração é uma atitude paupérrima de qualquer ser humano. E não existe um murmurador que não esteja centrado em si mesmo. J. Escrivá de Balaguer bem falou: Não há alegria? Então pense: deve haver um sério obstáculo entre você eDeus. Quão lamentável é vermos um grande número de pessoas aborrecidas e presas na masmorra do escontentamento. São reféns de suas próprias atitudes mesquinhas. Não conseguem celebrar a vida, pois as correntes da irritação as mantêm imóveis. Estes precisam conhecer que Cristo realizou na cruz uma obra completa. A nossa velha vida, centrada em nós mesmos, foi levada com Cristo em sua morte. Cristo é o centro de nossa vida? Então há alegria. Deus quer que o seu povo seja pródigo em muitas coisas: amor, graça, misericórdia...,e também de alegria. O Senhor quer que adotemos alegremente o caminho da cruz. Não há como estarmos no centro da vontade de Deus à parte deste bendito estilo de vida. A cruz de Cristo é a nossa glória: Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu, para o mundo. Gálatas 6:14.

Um bom perfume exala a sua fragrância e contagia todo um ambiente. A igreja foi chamada para exalar o bom perfume em um mundo que está sendo destruído pelo mal cheiro do pecado. Pode o mundo ver Cristo através de você? Se a resposta é sim, com certeza, você é uma pessoa alegre. 

quinta-feira, 14 de maio de 2015

A Igreja e a Batalha Espiritual!



O Novo Testamento nos apresenta diversos quadros relativos à Igreja, especialmente no livro de Efésios a vemos como uma família, um templo, a noiva de Cristo, e também como um exército que está envolvido num conflito global. Por conflito global, podemos entender que a guerra espiritual não somente está voltado a um aspecto terreno, mas também envolve as regiões celestiais, ou seja, o universo criado. Podemos parafrasear Efésios 6:12 de acordo com o original grego da seguinte forma: “Nossa luta livre não é contra sangue e carne ou contra pessoas com corpos, senão contra governadores sobre diversas áreas e ordens descendentes de autoridades, contra os dominadores do mundo da obscuridade presente, contra forças espirituais do mal nas regiões celestes”.

Esta referência bíblica nos apresenta os quatro níveis de autoridade do reino das trevas, assim podemos entender verdadeiramente contra quem estamos guerreando.

1) Principados (no grego arché, que significa espíritos governantes, magistrados, poderes, começo, sendo que começo neste caso se refere ao tempo ou ordem). Principados são espíritos demoníacos poderosos da mais alta hierarquia (primeiro escalão), recebendo ordens diretamente de Satanás, dominando e operando nos lugares celestiais. São chamados de príncipes (Dan. 10:13,20).

2) Potestades (no grego exousia, significando autoridades que permitem ou impedem, poder delegado). As potestades têm poderes executivos, recebendo autoridade e poder delegado pelos principados. Nos textos de I Cor. 15:24 e Colos. 2:15 refere-se à todas as autoridades e poderes malignos, que se opõem aJesus Cristo e a Igreja.

3) Príncipes do mundo destas trevas (no grego kosmokrator, que significa governadores mundiais, os senhores do mundo; vem de “kosmos”, isto é, “mundo” e “krator”, isto é, governados). Estes são responsáveis pela luta contra a verdadeira luz e levam o povo às trevas, cegando-lhes os olhos e enviando trevas às almas dos homens. Quando oramos por pessoas que estão dominadas pela cegueira de Satanás e por pessoas que estão em religiões pagãs estamos guerreando contra este tipo de inimigo. Estes governadores mundiais governam sobre nações através do seu poder de cegar a mente dos homens. Exercem também autoridade sobre diferentes sistemas de governos do mundo.

4) Hostes espirituais da iniqüidade nas regiões celestes (no grego pneumatikos, que vem da raiz da palavra “pneuma”, que significa “espírito” e “poneria”, que significa “iniqüidade”, “depravação”, “maligno”, “atividade de natureza má”). Estas forças oprimem a humanidade, tentando levá-la ao desespero e caos total. O medo, a angústia e os suicídios são resultantes destas forças espirituais malignas.

A base da nossa vitória

Como podemos vencer toda esta estrutura hierárquica de forças malignas? Temos que nos manter firmes na vitória conquistada por Cristo na cruz. Em Colos. 2:13-15 encontramos a chave para vencermos na guerra espiritual: Jesus derrotou a Satanás e a todos os principados malignos. A culpa nos afasta de vivermos esta experiência de vitória (Apoc. 12:10) e assim seremos derrotados. Jesus despojou os principados e potestades, os exibindo publicamente e deles triunfando na cruz. Triunfar não é ganhar uma batalha, trata-se da celebração de uma batalha que já foi ganha. A Bíblia declara que Deus, em Cristo sempre nos conduz em triunfo, e por meio de nós manifesta em todo o lugar o cheiro do seu conhecimento (II Cor. 2:14).

O por quê da guerra

Satanás tem buscado adoração. O homem é o canal de adoração: ao Deus único e verdadeiro ou a Satanás. As pessoas que não conhecem a Cristo, são como jóias nas mãos do Diabo, e ele não quer perder estas vidas.

Quando estudamos sobre as guerras na Bíblia, podemos perceber que sempre havia um propósito definido: saque e conquista de território (I Crôn. 20:2). Guerra espiritual não é um fim em si mesma, porém um meio para alcançar um grande objetivo: despojo. Existe vidas que precisam ser tomadas e levadas para o Reino de Deus.

Estamos vivendo dias proféticos e apostólicos. E uma igreja que está movendo em uma atmosfera apostólica, ela reconhece que é parte do exército de Deus com um supremo chamado de reconquistar todo o território que foi invadido pelo inimigo. O perímetro de ação do inimigo vai ser diminuído e o perímetro de ação do governo de Deus será ampliado. Esta igreja vai manifestar de maneira profética demonstrativa a vitória que foi conquistada por Cristo na cruz. Aleluia, nesta guerra somos vitoriosos juntamente com Cristo!!!

A Conquista de Calebe.



6 Então os filhos de Judá chegaram a Josué em Gilgal; e Calebe, filho de Jefoné o quenezeu, lhe disse: Tu sabes o que o SENHOR falou a Moisés, homem de Deus, em Cades-Barnéia por causa de mim e de ti.
7 Quarenta anos tinha eu, quando Moisés, servo do SENHOR, meenviou de Cades-Barnéia a espiar a terra; e eu lhe trouxe resposta, como sentia no meu coração;
8 Mas meus irmãos, que subiram comigo, fizeram derreter ocoração do povo; eu porém perseverei em seguir ao SENHOR meu Deus.
9 Então Moisés naquele dia jurou, dizendo: Certamente a terra que pisou o teu pé será tua, e de teus filhos, em herança perpetuamente; pois perseveraste em seguir ao SENHOR meu Deus.
10 E agora eis que o SENHOR me conservou em vida, comodisse; quarenta e cinco anos são passados, desde que o SENHOR falou esta palavra a Moisés, andando Israel ainda no deserto; e agora eis que hoje tenho já oitenta e cinco anos;
11 E ainda hoje estou tão forte como no dia em que Moisés meenviou; qual era a minha força então, tal é agora a minhaforça, tanto para a guerra como para sair e entrar.
12 Agora, pois, dá-me este monte de que o SENHOR falou aquele dia; pois naquele dia tu ouviste que estavam ali os anaquins, e grandes e fortes cidades.
13 Porventura o SENHOR será comigo, para os expulsar, como o SENHOR disse.
14 E Josué o abençoou, e deu a Calebe, filho de Jefoné, a Hebrom em herança. Portanto Hebrom ficou sendo herança deCalebe, filho de Jefoné o quenezeu, até ao dia de hoje, porquanto perseverara em seguir ao SENHOR Deus de Israel.
15 E antes o nome de Hebrom era Quiriate-Arba, porque Arba foi o maior homem entre os anaquins. E a terra repousou da guerra. Js 14.6-15

         Há na Bíblia muito exemplos de homens que conquistaram em Deus grandes coisas. Um desses exemplos é o de Calebe que é um exemplo de Superação e Perseverança.
         Por que razão muitos sonham tanto e conquistam tão pouco? Por que muitos não vivem uma vida de triunfos?
         Calebe quando tinha 40 anos recebeu promessas que foram liberadas sobre ele.
“ Porém o meu servo Calebe, porquanto nele houve outro espírito, e perseverou em seguir-me, eu o levarei à terra em que entrou, e a sua descendência a possuirá em herança”.  Nm 14:24

         Essas promessas demoraram 45 anos para se cumprirem em sua vida.

Aprendendo a Conquistar Com Calebe

  • Calebe Sabia Que o Tempo Não Imprede o Cumprimento da Promessa


“Mas meus irmãos, que subiram comigo, fizeram derreter ocoração do povo; eu porém perseverei em seguir ao SENHOR meu Deus”.  Js 14:8
        “Ele não permitiu que o tempo azedasse a sua esperança no cumprimento da promessa” 

1.1- O Tempo é Um Instrumento Que Deus Usa Para:

a) Nos aperfeiçoar
b) Nos preparar
c) Nos tratar

         Calebe sabia disso, que o tempo não iria impedir o cumprimento da Promessa.
         Ele sabia que não morreria antes de ver o cumprimento da promessa!
         “Passe o tempo que passar, no tempo certo a promessa vai se cumprir na sua vida”

  • Calebe Não Envelheceu Por Dentro


“ E agora eis que o SENHOR me conservou em vida, como disse; quarenta e cinco anos são passados, desde que o SENHOR falou esta palavra a Moisés, andando Israel ainda no deserto; e agoraeis que hoje tenho já oitenta e cinco anos;
E ainda hoje estou tão forte como no dia em que Moisés meenviou; qual era a minha força então, tal é agora a minhaforça, tanto para a guerra como para sair e entrar”  Js 14:10-11

         Quantas pessoas estão envelhecendo por dentro no espírito. Já não sentem o mesmo calor, a mesma vibração, o mesmo entusiasmo, a mesma coragem.
         Quem serve a Deus não envelhece por dentro!
         “Um homem não deixa de ser guerreiro quando envelhece, mas quando perde os seus sonhos e a sua visão”

  • Calebe Andava em Obediência

        Obedeceu mesmo quando muitos desobedeceram!
“ Então Calebe fez calar o povo perante Moisés, e disse: Certamente subiremos e a possuiremos em herança; porque seguramente prevaleceremos contra ela”. Nm 13:30

        No meio da desobediência de muitos Calebe permaneceu obediente!

  • Calebe Possuía Fé e Visão


7 E falaram a toda a congregação dos filhos de Israel, dizendo: A terra pela qual passamos a espiar é terra muito boa.
8 Se o SENHOR se agradar de nós, então nos porá nesta terra, e no-la dará; terra que mana leite e mel.
9 Tão-somente não sejais rebeldes contra o SENHOR, e não temais o povo dessa terra, porquanto são eles nosso pão; retirou-se deles o seu amparo, e o SENHOR é conosco; não os temais.  Nm 14:7-9

  • Calebe Era Um Homem de Princípios


“Porém o meu servo Calebe, porquanto nele houve outro espírito, e perseverou em seguir-me, eu o levarei à terra em que entrou, e a sua descendência a possuirá em herança”.  Nm 14:24

         Ele ouvia Moisés, obedecia e respeitava e da mesma agiu com Josué.
         “Princípios existem, para serem obedecidos e não questionados”
         “Os princípios são inegociáveis”

  • Calebe Sabia Que a Sua Força Estava em Deus e Não Nos Braços


“Agora, pois, dá-me este monte de que o SENHOR falou aquele dia; pois naquele dia tu ouviste que estavam ali os anaquins, e grandes e fortes cidades. Porventura o SENHOR será comigo,para os expulsar, como o SENHOR disse”.  Js 14:12

  • Calebe Não Era Extraordinário

        Ele fez a diferença no meio de sua geração!

Conclusão

         Precisamos aprender com Calebe, tendo as mesmas atitudes que ele tevepara que possamos conquistar da mesma forma que ele!

A Fé Que Transforma!

Hebreus 11:1

Introdução:
Muitos de nós cremos em Deus pelo que ouvimos e percebemos. E por tudo quanto ele faz em nossas vidas, Ele tem chamado a todos para que creiamos Nele, para que pela fé Nele alcancemos salvação e transformação de vida, como diz Romanos 3:22-26 – que somos hoje justificados pela fé no filho de Deus, porque como nos diz o texto recebemos gratuitamente a salvação pela fé em Jesus e por Ele somos justificados. Hebreus 11:1.



I – A FÉ PELO TESTEMUNHO DE CRISTO:
Atos 4:4. O discurso de Pedro e João era a lembrança de tudo quanto os profetas já haviam falado, sobre a ressurreição, do filho de DeusJesus Cristo e de como haveria de ser manifesto. Que primeiro fosse anunciado aos judeus e depois a nós. E assim se cumpriu, primeiro eles fizeram lembrança para que os que ainda não criam, cressem que Deus enviou seu filho para que nós alcançássemos salvação por sua graça (favor imerecido). Jesus no Livro de João 14:10, nos chama a atenção para que possamos crer, para que tenhamos fé Nele, se não pelo menos pelas obras, pelo menos pelos milagres, porém mesmo Deus operando grandes milagres ainda nos falta fé, o povo que caminhava no deserto nunca saciava sua fé mesmo com colunas de fogo à noite, nuvens de dia, mesmo atravessando o mar a seco ou brotando água da rocha, ainda duvidamos, ainda questionamos.

II – A FÉ PELO TESTEMUNHO DOS DISCÍPULOS:

At 11:21 “A mão do senhor era com eles; e grande era o número das pessoas que creram e se converteram ao Senhor”. Criam pelo que ouviam e pelos sinais que era manifesto por eles e muito mais pela transformação de vida a qual aconteceu a todos os que creram como Pedro, Estevão, Paulo, Timóteo, João, e muitos outros como vemos hoje em nossa igreja estamos rodeados de pessoas que nos levam a crer em Jesus a partir da transformação de vida e manifestação do Espírito Santo de Deus, em suas vidas. Em Marcos 16:17-18 Jesus nos garante que milagres e maravilhas acompanhariam aqueles que tem fé, e estes sinais tem sido nos dias atuais motivo de multidões suquirem, mas não e nós que devemos seguir os sinais e sim os sinais que devem seguir aqueles que tem fé.

III – A FÉ PELO SACRIFICIO VICÁRIO:

Romanos 10:5-11. A salvação vem por crer que Jesus é o filho de Deus que morreu por nos e hoje vive isso para justiça. E que ele nos concede de graça a salvação neste texto vemos que devemos manifestar que cremos para salvação com confissão. Sacrifício vicário ou expiatório ou substituto e aquele que nós não podíamos suportar porém Cristo Jesus sofreu por mim, em meu lugar Ele pagou o preço da minha salvação. Romanos 3:24-25. Nos livros de Levi tico e Números lemos que o sacrifício era por expiação, onde um animal, era morto encobrindo assim nossos pecados era a propiciação ou apaziguamento da ira de Deus sobre o pecado da humanidade, lembrando que seu único filho seria mais tarde a própria propiciação.

Reflexão: Você acredita na fé natural ou na sobrenatural? Dê um exemplo de cada uma.

Conclusão:
Um exemplo de transformação é Saulo ao qual vemos em Atos 8:1, consentindo na morte de Estevão e perseguindo aos que criam em Jesus. E já em Atos 9:19-22, vemos uma pessoa transformada pelo encontro que teve com Jesus e já pregava é os judeus já não criam que era o mesmo, mas outra pessoa. Ficaram atônitos pois ele era um dos maiores  perseguidores de cristãos. Quando somos transformados devemos passar a ser exemplo de transformação. Temos que acreditar no Deus que nós servimos, e que ele é poderoso para nos transformar.

Hebreus 11:6, Ora sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima creia que Ele existe e que é galardoador dos que o buscam. Creia no poder de Deus, para transformar sua vida e de outros. Ele Pode!!!

O grão que remove montes.

“... se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá e há de sair.”Mateus17: 20.



Somos um elemento entre o macro e o micro cosmos. Entre as nebulosas, gigantescas galáxias e os milhões de estrelas ao minúsculo átomo, e nas pequenas partículas de elétrons e prótons e quarks; conceitos da física quântica.

Em algum ponto estamos nós. Aqui se apercebe um contraste gigantesco. Uma dúvida emerge em nosso fraco entendimento. O que somos nesse universo? Ora somos gigantes, ora somos minúsculos, o pior é que de uma forma ilusória nós damos a interpretação do tamanho que quisermos a essa breve vida terrena, depende da arrogância ou da humildade de cada um.

Para muitos a vida é imensa, para outros ela se torna estafante e depressiva, depende do ponto de vista de cada um. Nossa história é muito curta, pois nosso tempo de vida é pequeno se comparado com a eternidade.

Nesse universo complexo de multi-coisas criadas, aos quais estamos inseridos, nesse contexto entre o macro e o micro cosmos só há uma forma de compreender os propósitos para viver uma vida com qualidade. A Bíblia diz que a única maneira de dimensionarmos isso é aceitar pela fé o fato de que Deus está no controle de todas as coisas, e Seus propósitos são maiores que a nossa vida.

Observe a metáfora que Jesus se utiliza para explicar a fé criativa. “... se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá e há de passar.” Mateus 17:20. Por um lado um grão, de mostarda simbolizado pela fé, por outro lado o monte, representando algo a ser removido.

Vejam que coisa diminuta que é um grão de mostarda e veja que coisa imensurável comparada a ele, uma montanha. Um universo que se define entre o micro e o macro cosmos. A pergunta inquietante é: Como com tão pouco eu consigo tanto?

Nessa analogia entre o grão da mostarda e a montanha, Jesus quer dizer que eu devo construir meu relacionamento com Deus através da fé, não me baseando em coisas grandes, imensuráveis, mas numa coisa inúscula comparada a um grão de mostarda.

Portanto a fé representada na parábola pelo grão de mostarda é a confiança que devemos ter em Deus como providencia para nos guiar e orientar na nossa efêmera vida terrena; isso tem uma explicação simples exemplificado pelas dimensões de um grão de mostarda. Quando assim acontecer, ela a fé será tão poderosa que poderá remover os montes.

Pegue um grão de mostarda e estude os detalhes através de uma lente microscopia e verá que ele é de perfeito entendimento, não se exige muito conhecimento técnico para compreendê-a. Um grão de mostarda é diminuto e de fácil compreensão. Qualquer criança pode ter esse conhecimento.

Mas essencialmente, esse “grão de mostarda” tem o potencial da vida dentro dele, que germinará se o adequarmos às condições ideais para que cresça. É claro que Jesus nos ensina algo muito precioso que não deve passar despercebido. Não se trata de uma causa e efeito, ou seja, um simples grão de mostarda removendo um monte; a desproporção é imensa e não é isso que se refere.

Jesus não quer que os homens mudem a geografia fisica da terra. O que devemos aprender é que um grão de mostarda literalmente não pode remover um monte, mas a lição que se subtrai, é que pode conectar o poder de Deus.

Essa parábola ensina que uma causa humana pode provocar uma reação divina e desencadear o processo da remoção dos “montes”. Não é um processo de causa e efeito, mas sim um processo de uma causa humana que pode provocar um efeito divino. A fé é uma graça divina, e atua de forma subjetiva, pois é dom de Deus, portanto ela não é apenas atuante, mas desencadeante.

É quando o micro assume o macro, ou seja, a fé liga o imensurável, ela abre as mãos de Deus como se O constrangêssemos a dar-nos o que lhe pedimos. O micro interagindo no macro, como um pequeno interruptor acionasse a luz numa sala; um aperto de um gatilho disparasse um tiro. “Igualmente “se eu uso um “grão” de fé removo um” monte” de obstáculos. O diminuto interagindo no imensurável. A conversão de Zaqueu; de ladrão a santo; da mulher do fluxo de sangue a libertação total. “Vai mulher, tua fé te salvou”.

De o diminuto ser nesse laptop nessa hora da madrugada a filho de Deus pelo novo nascimento pela fé de Nosso Senhor Jesus Cristo. Quero a fé no formato do grão de mostarda. O finito alcançando o imensurável, somente assim poderemos assimilar as verdades do evangelho e remover as montanhas que impedem de construir um relacionamento correto com Deus e com as pessoas em meu derredor.
“A parábola do grão da mostarda ensina o processo de uma causa humana que pode provocar um efeito divino.”

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

De frente com Gabi, pastor Silas Malafaia fala sobre teologia da prosperidade, polêmica da Forbes e ativistas gays.

De frente com Gabi, pastor Silas Malafaia fala sobre teologia da prosperidade, polêmica da Forbes e ativistas gays | Noticia Evangélica Gospel



“Eu já sabia que vinha bomba pela frente. Ele é forte”. Com essa declaração, a apresentadora Marília Gabriela definiu, ao final do primeiro bloco, a entrevista do pastor Silas Malafaia em seu programa, veiculado nesta madrugada pelo SBT. O pastor Silas Malafaia foi questionado sobre as principais bandeiras que ele tem levantado em seu ministério, e como sempre, defendeu suas ideias de forma veemente e com o uso de frases fortes e polêmicas.

O primeiro assunto tratado foi a reportagem da revista Forbes, que o elencou como um dos cinco líderes evangélicos mais ricos do Brasil. Silas Malafaia voltou a contestar a informação da revista e apresentou documentos que comprovariam sua versão a respeito do tema.

-Safado, sem vergonha, bandido, caluniador tem em tudo quanto é lugar: pastor, padre, jornalista… Quando a Forbes faz uma declaração dessas, não é uma declaraçãozinha qualquer. Eu vivo de quê? Eu vivo de pessoas acreditem em mim, pra dar ofertas. Eu sou um pouco diferente de outros pastores. As ofertas que eu recebo, vem mais de gente que não é da minha igreja. Eu sou pastor de igreja há dois anos e meio. Há trinta anos eu sou conferencista, tenho programa de TV, e recebo verbas de pessoas que não me conhecem de perto. 80% são evangélicos e 20% de tudo o que é religião. Então quando eles falam isso, o que é que se subentende? Esse cara tem R$ 300 milhões? Tá roubando de gente [...] O que a Forbes tá falando é mentira – enfatizou o pastor Silas Malafaia, que detalhou suas propriedades e lembrou que é empresário.

Marília Gabriela afirmou considerar a teologia da prosperidade como heresia, enquanto que Silas afirmou que “Deus trabalha com uma lei de recompensa”, e citou o apóstolo Paulo para basear sua tese de que as pessoas fazem esforços buscando uma retribuição.

A repercussão da entrevista de Malafaia nas redes sociais e nos blogs ligados ao debate apologético foi intensa. O pastor Renato Vargens, de orientação calvinista, escreveu em seu blog que “Malafaia se enrolou e não conseguiu convencer aos telespectadores sobre a funesta teologia da prosperidade”.

Baseando-se na reportagem da revista Veja São Paulo sobre a formação de pastores, Marília Gabriela questionou Malafaia sobre o trajeto percorrido para quem deseja exercer a função e questionou se a profissão seria “um bom negócio”. Silas Malafaia respondeu que “não é um negócio”, citou a necessidade de vocação e exemplificou: “Quando alguém me vê, ou vê aí R. R. Soares, Valdemiro, Macedo, é igualzinho estar vendo o Cristiano Ronaldo no futebol. Existe uma meia dúzia de pastores de alto nível de salário e tudo. Mas a grande massa de pastores evangélicos no país, não ganha mais de cinco salários”.

Para Renato Vargens, “a entrevistadora do SBT também foi tendenciosa ao insinuar que o ministério pastoral pode ser uma profissão lucrativa. Ora, a esmagadora maioria dos pastores ganha muito pouco. Ouso afirmar que mais do que 90% dos pastores ganham muito mal. Sei de muitos pastores que lutam com sacrifício e que para sustentar a família cortam um dobrado. Afirmar que todos os pastores roubam e são ricos é uma enorme maldade”.

O tema homossexualidade e as disputas encampadas por ativistas gays a respeito da PLC 122 foi um tema debatido exasperadamente, e novamente o pastor Silas Malafaia defendeu sua postura já conhecida.

Entretanto, ao defender que homossexualidade é comportamento e marcar posição dizendo que acredita que homossexuais podem ser reorientados, Malafaia ressaltou que “pastor não transforma ninguém” e que “ama os homossexuais”, apesar de discordar de suas práticas. A postura de Marília Gabriela sobre o tema, que é polêmico, foi frontalmente oposta à do pastor a respeito das questões pleiteadas pelos ativistas gays.

O pastor Renato Vargens comentou a postura de Silas Malafaia e da apresentadora: “Silas demonstrou firmeza e coerência bíblica. Na minha perspectiva Marília ao tratar da homossexualidade foi intransigente e grossa com o seu entrevistador demonstrando assim vivenciar a mesma intolerância que tanto combate. Na verdade, em um determinado momento da entrevista ela chegou a alterar o seu tom de voz tentando impor sobre  Malafaia suas crenças e percepções”.

Nas redes sociais, a repercussão foi equilibrada e contou com manifestações de apoio às palavras de Silas Malafaia e também com críticas à forma e às ideias expressas pelo pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.

“O pastor Silas Malafaia merece aplausos. A palavra de Deus foi pregada ontem no De frente com Gabi… Amém, to muito feliz”, escreveu a usuária Nessynha em seu perfil no Twitter.

Ainda no Twitter, o teólogo José Barbosa Jr. criticou Silas Malafaia: “’Minha igreja é uma igreja fincada na Palavra’. Malafaia transformando o ‘De Frente Com Gabi’ num Stand-up Comedy”, publicou.

O pastor da Comunidade Cristã Família da Fé, Jocymar Fonseca, aplaudiu a entrevista de Malafaia a Marília Gabriela: “Tremenda entrevista, Pr. Silas Malafaia De frente com Gabi”.

Em síntese, Renato Vargens definiu em seu blog a participação do pastor no programa: “Silas também defendeu o casamento, combateu o divórcio e acentuou o valor da família, todavia, na minha opinião ele perdeu uma grande oportunidade para anunciar Cristo de uma forma mais tangível aos milhares de telespectadores espalhados por esse Brasil”.

Confira abaixo, a íntegra da entrevista de Silas Malafaia ao De Frente com Gabi:

Silas Malafaia De Frente Com Gabi - [Completo]